icthus peixe

icthus peixe

ixore peixe

ichusteama

ichusteama

A História de Icthus

Este sinal foi usado como uma forma secreta de comunicação entre os cristãos do início da Igreja dentro das catacumbas romanas. Eles entalhavam este sinal nas paredes para que se identificassem com outros cristãos. É uma palavra grega que significa "peixe" (daí o uso do desenho) e que formava um acróstico: Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador Você vê-los na parte traseira dos automóveis em todo lugar.Ocasionalmente, você vê-los usado em colares ou pulseiras. Eu mesmo vi-los como chaveiros e bonés. Mesmo os evolucionistas exibir este símbolo com o nome "Darwin" apropriadamente inscrito em cima dele. Eu mesmo vi esses símbolos misteriosos com uma pontuda, pequenas e nadadeira dorsal saliente em cima de um destes, assemelhando-se um tubarão. O "ichthus", quando exibido corretamente deve ser semelhante a qualquer uma das quatro figuras apresentadas a seguir: Exatamente o que faz o Ichthus significa? Ichthus (IKH-thoos) ou ichthys é a palavra grega que significa simplesmente "peixe". A ortografia é grego para ichthus - Iota, Chi Theta, Upsilon, e Sigma. A tradução para Inglês é IXOYE. As cinco letras gregas representam as palavras que significam "Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador". A versão grega é, "Iesous Christos, Theou Uios, Soter ". Este símbolo foi utilizado principalmente entre os cristãos da igreja primitiva anos (e segundo século 1 dC) O símbolo foi introduzido a partir de Alexandria, Egito, que, na época, era um porto muito populosas. Era o porto em que muitos bens foram trazidos do continente europeu. Devido a isso, foi utilizado pela primeira vez pelos povos do mar como um símbolo de uma divindade familiar, neste caso, Jesus Cristo. O símbolo foi usado mais tarde como um meio de identificar ou reconhecer um irmão em Cristo, sem necessidade de qualquer comunicação verbais sendo trocados. Por que isso foi necessário? Durante o reinado do imperador Nero (54 dC-68 dC), e durante todo o reinado de maldade subseqüentes imperadores do Império Romano, os cristãos eram comumente perseguidos, torturados e condenados à morte por causa de sua fé em Cristo Jesus. Imperador Nero se pessoalmente desprezava os cristãos. Ele culpou-os para o grande incêndio de 64 dC, que queimou cerca de metade de Roma. Foi durante as perseguições do Nero que ambos Pedro e Paulo são pensados para ter morrido. Espalhados por todo o império, os soldados romanos estavam estacionados em toda parte para manter a ordem e agir como polícia. Isto incluiu mantendo um olhar atento sobre os acontecimentos da vida quotidiana das pessoas. Muitas vezes, quando um soldado avistou um cristão, ele iria relatar a seus superiores que, por sua vez, ser condenada a prisão do cristão e ser levado para interrogatório. O cristão, então, ser perseguidos e torturados para que eles a retratar-se e submeter-se a muitas religiões politeístas de Roma. Na maioria dos casos a morte seria o fim final. Gregory B. Dill

Creio que só Jesus Salva

Sou um cristão fundamentalista, amo o Senhor e a Igreja,
creio na sua palavra, sou um anti-comunista. não gosto de religião, muito menos da Teologia da Libertação, da Prosperidade e dos teólogos liberais e hereges (uma redundância).

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sábado, 9 de maio de 2009

Abrindo o Coração de Jó

O livro de Jó sempre me encantou. Nele até as heresias soam verdadeiras. Ele é poético, daí o problema, pois, a poesia sempre traz consigo o poder de convencer, ou, pelo menos, de nos fazer respeitar mesmo que seja a verdade besuntada de mentira.

Esta pode ser uma das razões do Livro de Jó ser tão mal percebido. Ele é tão poético que em suas falas entremeiam-se verdades e mentiras, numa oscilação que vai da mentira-mentira à mentira-verdade e da verdade-mentira à verdade-verdade, o que confunde a percepção objetiva.

E não seria isto parte da risada de Deus sobre a nossa presunção?

A fim de dar a você algumas simples “entradas” ao texto, quero que você preste atenção, nas quatro diferenciações que vêm a seguir:

1. A mentira-mentira é o engano em si, só sendo aproximadamente projetável em plenitude-simbólica na figura de Satanás. A verdade é, todavia, que nem Satanás conhece totalmente o próprio engano, pois, até mesmo para se ser o Enganador é preciso que tenha havido nesse ser um mínimo de autoengano inicial, e que veio, posteriormente, a tornar-se engano consciente e assumido como finalidade dessa malévola existência pessoal. A verdade sobre a mentira é a seguinte: somente Deus conhece o que é o engano! Nenhuma de Suas criaturas chegou até ao abismo do Abismo. Há um limite para as criaturas até no Abismo. E o limite do Abismo é o abismo do Mistério de Deus, que nenhuma de Suas criaturas jamais conheceu ou conhecerá em plenitude. Conhecer a Deus é o orgasmo infinito do ser!

2. A mentira-verdade é a mentira maquiada de realidades da vida aplicadas fora do contexto, o que acontece todos os dias nas mínimas coisas do nosso cotidiano, e, aparece, insistentemente, de vez em quando, até mesmo no modo como nos defendemos, escudando-nos à sombra de correções exteriores que encobrem nossas verdades negativas. Então adoecemos na alma, pois, quanto mais moralmente cristão é o consciente humano, mais tragicamente pagão, torna-se o seu inconsciente.

3. A verdade-mentira é a manipulação da verdade. Todo uso da verdade a corrompe, tira dela a verdade-de-ser, pois, ela já vem carregada com as finalidades e utilidades que a ela atribuímos, de acordo com a conveniência do momento. É a verdade para o consumo, é produto da arte de falar de Deus e da vida no palco das falsas impressões.

4. A verdade-verdade é aquela que só é possível se a procedência for à boca de Deus. Somente Deus conhece a verdade-verdade. É por isso que joio e trigo crescem juntos na Terra e não nos é possível distinguir um do outro com certeza. E toda tentativa de o fazer é mais danosa (joio é erva daninha), que existência do joio em si mesmo.

Há apenas uma coisa que os diferencia na Terra: o amor. Por esta razão, é muito mais provável que o joio é que tente arrancar o trigo do campo, que o trigo arrancar o joio de seu território. O trigo alimenta e traz vida. O joio se esconde e se aproveita dele, mas nunca perde uma oportunidade de se fazer passar por ele, e, eliminá-lo é sua melhor chance!

A questão é: o joio sabe que é joio? E o trigo sabe que é trigo? Quem o confessaria? Quem teria em si a verdade-verdade a ponto de enfrentar todos os enganos para se ver? Quem teria essa coragem? Certamente quem a possuísse não seria jamais um “joio-pleno”, pois “aquele que julga a si mesmo, não é julgado”.

O trigo sabe que é trigo? Mas se o sabe, não o alardeia com certeza que acuse a existência personificada do joio num outro ser humano. Antes, ao “cair na terra, morre; e dá muito fruto” . O joio não muda o curso da natureza do trigo, pois, o trigo só sabe ser trigo!
O poder do trigo é o fruto que dá e que se faz vida em si e em outros!

E por que introduzo esse meu livro sobre Jó falando acerca de tais subjetividades?

É que o livro de Jó é exatamente o retrato de todas essas quatro diferenciações. Ora, são essas diferenciações que podem descatastrofizar as nossas existências, sem que apelemos para as interpretações morais que excluem a história humana da Graça, e, pior: excluem a Graça de toda a história dos humanos!

Essa des-gracificação da Vida nos torna tão pagãos quanto todos os que tentam explicar o mal que acomete ao próximo sempre como paga pelo pecado.

Os cristãos ainda não se deram conta de que sua “teologia” da Graça não coincide com suas interpretações cotidianas do sofrimento humano e, muito menos, não retrata com realismo os fatos da vida. E assim, sem o saberem, tornam-se parte do fluxo religioso universal - a Teologia da Terra—, que entende a questão da dor e de tudo o que seja inexplicável, a partir de um encontro de contas exatas entre Deus e o homem, anulando, assim, a Graça.

Na Graça o “encontro de contas” acontece, mas quem paga a diferença contra o homem é Aquele que disse: “Está consumado!”
O problema é que aquelas quatro diferenciações não são formuláveis como categorias morais ou históricas visíveis.
Elas são valores e essências e só começam a ser por nós discernidos quando nossas existências chegam a conscientemente lidar com a Indisponibilidade de Deus na hora da perplexidade, e, sobretudo, com as interpretações que daí procedem.
Quando esse dia chega, só chega para nós! Ele é incompartilhável. Mesmo os “melhores amigos” correm o risco de pecar ao tentarem “entender esse dia” em nosso lugar.

O dia da perplexidade é sempre solitário. E nele todo gemido é verdade e toda verdade é gemido perplexo!
Uma vez dito isto, peço que você observe cada um desses quatro elementos na leitura do Livro de Jó, a saber: mentira-mentira; mentira-verdade; verdade-mentira; e verdade-verdade.

E mais: quero que você leia o texto de Jó transcrito da Bíblia e que é parte integral deste livro. Há pessoas que assumem que já conhecem o texto bíblico, e, portanto, não o lêem; perdendo, assim, a melhor chance que a leitura propicia, pois, chega carregada da iluminação que vem diretamente da meditação na Palavra de Deus.
Meditação, oração e submissão à revelação do Espírito Santo são os agentes que transformam a Bíblia Sagrada em Palavra de Deus em nossos corações!

Após cada bloco de leitura de Jó você achará um comentário meu. Leia-o com atenção. No rodapé de cada página você encontrará notas de esclarecimentos e outras referências bíblicas que o auxiliarão na melhor compreensão do que você lê. E, por último, trarei as minhas conclusões sobre a mensagem do livro como um todo.

Se você optar por ler apenas o texto maior e deixar de lado as demais contribuições que o livro dá a você, temo que você não entenda tudo o que lhe está sendo disponibilizado. É necessário, sobretudo, que você tenha paciência e leia tudo, conferindo, na sua Bíblia, a pertinência ou não do que aqui digo.

Caso você pare de ler o livro, ou caso você só leia o que nele lhe parecer mais fácil, não faça, por favor, comentários a respeito dele. Não poderei ter respeito por quem não conferir coisa com coisa antes de fazer seu próprio julgamento. E, assim dizendo, estou estimulando você a achar nele qualquer coisa que não seja completamente bíblica e coerente com a “tese cristã”.

Ou seja, eis aqui a confissão de fé que faço neste livro:

A Graça é dom de Deus, apropriado pela fé, que também é Graça , pois, é também dom de Deus; a qual se origina do trabalho do Espírito Santo na consciência-coração humano, pela revelação da Verdade , que é Cristo Jesus; o qual é o Princípio e o Fim—Alfa e Ômega—de toda relação de Deus com a criação e todas as criaturas, visto que Ele se-fez-foi-feito-em-si-mesmo o Cordeiro imolado antecipadamente pela culpa da criatura e de toda criação, antes da fundação do mundo; sendo que, entre os homens, Sua manifestação histórica se realizou na Sua encarnação, morte, ressurreição e ascensão acima de todas as coisas; e, foi Ele, o Cordeiro de Deus, quem estabeleceu que por Sua Graça se pode ter Vida; e, isto, não é tão somente algo que se manifesta dos céus para a terra, mas também entre os humanos na forma de duas tomadas de consciência: a primeira é que quem recebeu Graça não nega Graça, pois, quem foi perdoado tem que perdoar ; e, em segundo lugar, mediante a cessação dos julgamentos entre os homens, visto que, quem foi absolvido pela Graça de Cristo já não se oferece para ser juiz do próximo; antes pelo contrário, tal percepção induz a caminhar na prática das obras preparadas de antemão para que andássemos nelas, sendo sua maior expressão o amor com que devemos nos amar uns aos outros; e, sendo assim, para tais pessoas, guiadas pelo Espírito da Graça, a germinação de seus corações na fé em Jesus, gera o fruto do Espírito que torna toda Lei obsoleta e desnecessária para a consciência que recebeu a revelação do Evangelho. O resto é invenção humana para diminuir a Loucura da Cruz e o Escândalo da Graça.

Sabendo disto, então, faça o seguinte agora:

Ore e peça ao Espírito Santo que o ilumine e o esclareça! Faça-o com a certeza de que ao final sua mente estará vendo a sua própria dor de outra forma e a de seu próximo com reverência e silêncio solidário. E, então, seu coração vai se encher de amor e vida, o que libertará você de todo medo de ser e o fortalecerá para o prosseguimento da jornada que só cessa quando conquistarmos aquilo para o que fomos conquistados.
Quem assim faz não será condenado quando a Voz de Deus se manifestar no redemoinho.
O resultado final é que você dirá: “Eu te conhecia só de ouvir, mas agora os meus olhos te vêem”.


Extraído do livro O Enigma da Graça, de Caio Fábio

sábado, 11 de abril de 2009

"igreja local"

Escrito por R.E.Watterson
16/04/2008
A expressão "igreja local" não se encontra em o Novo Testamento, mas a idéia contida nestas palavras é uma parte importante do seu ensino. Originalmente publicado nos primeiros números da revista "O Caminho".

A expressão “igreja local” não se encontra em o Novo Testamento, mas a idéia contida nestas palavras é uma parte importante do seu ensino.

As Escrituras usam a palavra “igreja” umas quinze vezes referindo-se à Igreja que o Senhor Jesus prometeu edificar (Mat. 16:18), a Igreja que é o Seu corpo (Efe. 1:22,23). Usam a mesma palavra, porém, quaze cem vezes num sentido muito mais restrito, referindo-se à congregações de cristãos. Lemos, por exemplo, da “igreja de Deus que está em Corinto” (I Cor. 1:2), e da “igreja dos tessalonicenses” (I Tess. 1:1). Nestes casos vemos igrejas locais; uma em Corinto e outra em Tessalônica.

A Composição destas Igrejas
A primeira igreja foi plantada em Jerusalém, e lemos da sua formação em Atos capítulo 2. Após uma pregação do Evangelho (vs. 14-36), muitos, que foram convictos do seu pecado (v.37), arrependeram-se e aceitaram a palavra (vs. 38-41). Em seguida, foram batizados e agregados (v.41), e perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão, no partir do pão e nas orações (v.42). Este quadro mostra que aquela igreja foi composta de pessoas salvas e batizadas, que perseveravam na comunhão.

O Novo Testamento todo confirma isto. Veja, como exemplo, a carta escrita à igreja em Corinto; os membros daquela igreja são descritos como “santificados em Cristo Jesus” (1:2); “salvos” (1:18); “lavados … santificados … justificados” (6:11)

Não há dúvida de que todos os salvos em determinado lugar deveriam pertencer à igreja na sua localidade, mas nem sempre isto acontece. Mesmo nos dias dos apóstolos, havia cristãos que não faziam parte de uma igreja local. Um novo convertido, por exemplo, só entra na igreja local após ser batizado e recebido na comunhão, como já observamos em Atos cap. 2. Um irmão que cair no pecado, a exemplo daquele mencionado em I Coríntios capítulo 5, teria que ser expulso da igreja. Não deixaria de ser um cristão, mas não seria mais um membro da igreja local. Os indoutos, mencionados em I Cor. 14:16 e 23, são salvos, mas não pertencem à igreja local. Ainda há o caso que João menciona de irmãos fiéis que foram lançados fora da igreja (III João 10) por um homem carnal.

Recepção
No caso de um novo convertido, já temos observado a ordem: conversão, batismo e recepção (Atos 2:37-42). Vemos isto outra vez no caso de Saulo de Tarso em Damasco. Ele se converteu na estrada perto da cidade, depois foi batizado, e então esteve com os discípulos que estavam em Damasco (Atos 9:1-19).

Quando um irmão ou uma irmã visitava outro lugar, ou mudava-se para outra cidade, era costume, nos dias dos apóstolos, levar uma carta de recomendação. Quando Apólo quis ir de Éfeso para Acaia, os irmãos escreveram aos de Acaia que recebessem Apolo (Atos 18:27). Paulo escreveu aos irmãos em Roma que recebessem Febe, uma irmã da igreja em Cencréia (Rom. 16:1,2). Paulo mesmo perguntou aos Coríntios: “necessitamos, como alguns, de cartas de recomendação para vós, ou de recomendação de vós?” (II Cor. 3:1). Paulo, tão conhecido entre eles, não necessitava de uma carta, mas a expressão “como alguns” confirma que era o caso em circunstâncias normais.

Uma vez, Saulo de Tarso chegou em Jerusalém, sem uma carta, e os irmãos não o receberam, “não crendo que fosse discípulo” (Atos 9:26), embora alguns anos haviam se passado desde a sua conversão. O problema foi resolvido quando Barnabé contou-lhes como Saulo se convertera, e como ele testificava em Damasco (v.27).

Estes fatos demonstram o cuidado que as igrejas tomavam na recepção de novos convertidos ou de visitantes. E este é o modelo que Deus tem deixado para as igrejas até hoje. “Lobos cruéis” (Atos 20:29) ainda procuram entrar; alguns ainda se introduzem sorrateiramente (Judas v.4); ainda tem aqueles que dizem ser apóstolos e não o são (Apoc. 2:2); e além de tudo que havia naqueles dias, existe hoje uma confusão enorme de denominações e doutrinas falsas. É imperativo que tomemos muito cuidado no ato de receber.

R.E.Watterson

sábado, 14 de março de 2009

Deus Controla o homem

"O SENHOR tem estabelecido o seu trono nos céus, e o seu reino domina sobre tudo."
Salmo 103:19

No Capítulo 2 vimos que Deus governa todas as coisas inanimadas no mundo, tais como a terra, o ar, o fogo e a água. Ele também governa os animais, os homens e os anjos.

Em primeiro lugar, Deus controla os animais. Isto é claramente ensinado na Bíblia. Em Gênesis 6:20 lemos que antes que Deus enviasse o dilúvio sobre a terra, Ele fez que dois animais de cada espécie entrassem na arca de Noé. Estes animais foram controlados por Deus. Em Êxodo capítulo 8 temos uma descrição das pragas que Deus enviou sobre a terra de Egito. Lemos acerca de como as rãs saíram do rio Nilo e entraram no palácio do rei e nas casas dos seus servos. Deus inclusive fez com que as rãs entrassem nos leitos dos egípcios, e ainda dentro de seus fornos (lugares onde comumente as rãs não entram). Muitas moscas invadiram também a terra de Egito, porém não se aproximaram de nenhum dos lugares onde o povo de Deus se achava. Seguidamente, Deus fez com que o gado dos egípcios adoecesse, mas nada do gado pertencente ao povo de Deus enfermou. Vemos que Deus teve o controle destes animais o tempo todo. Em 1 Reis 17:2-4 lemos que Deus disse ao seu profeta Elias que fosse viver perto de um ribeiro, onde uns corvos o alimentariam. Há muitas outras histórias como estas na Bíblia, que demonstram que Deus controla os animais. Por exemplo, Deus fechou a boca dos leões quando seu servo Daniel foi colocado no fosso dos leões; Deus fez com que o grande peixe engolisse seu servo Jonas, e depois, quando Deus quis, este peixe o vomitou em terra seca. Assim, sem lugar a dúvidas, é verdade que Deus controla os animais. Eles fazem exatamente o que Ele lhes manda fazer.

Em segundo lugar, Deus controla não só os animais, senão também os homens. Ainda que isto seja muito difícil de aceitar, desejo que compreendam que essa é a verdade. Porque só existem duas alternativas, ou Deus tem o controle o alguém mais o controla a Ele. Do mesmo modo, é a vontade de Deus a que sempre se cumpre, ou é a vontade dos homens.

Agora, qual destas alternativas é a certa? É verdade que muitas pessoas odeiam a Deus, mas isto não significa que Ele não possa usá-los como seus instrumentos quando Ele assim o deseje. Não é suficiente dizer que Deus pode deter os efeitos maus do que as pessoas más fazem. Também não basta simplesmente dizer que algum dia Deus castigará os maus pelos seus pecados. Deus é tão grande que cada coisa que as pessoas mais malvadas realizam está inteiramente sob o Seu controle. De fato, as pessoas más em realidade fazem o que Deus tem dito de antemão que eles fariam, ainda que a pessoa má não perceba isso. Isto é exatamente o que aconteceu com Judas, o homem que entregou a Jesus Cristo nas mãos de aqueles que o adiavam. Poderia alguém ser mais malvado do que foi Judas? Assim sendo, se Judas estava fazendo aquilo que Deus tinha decidido que fizesse, então não é difícil crer que todas as pessoas más estão igualmente realizando o que Deus falou que haveria de acontecer.

Não queremos argumentar sobre este assunto, só desejamos ver o que a Bíblia diz. Em Atos 17:28 lemos que em Deus vivemos e nos movemos e somos. Isto foi expresso pelos poetas gregos que não eram crentes e cujos discípulos zoaram da idéia de que Jesus ressuscitasse da morte. Mas parece a ainda o realizado por estas pessoas estava sob o controle de Deus. De Provérbios 16:9 aprendemos que a gente faz seus próprios planos para a sua vida, mas são os planos de Deus os que em realidade se cumprem: "O coração do homem planeja o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos". A história do rico insensato no Novo Testamento (Lucas 12:16-21) mostra quão certa é esta afirmação. Nos fala de como um homem planejava construir grandes celeiros onde guardaria toda a colheita que levantara. Ele planejava desfrutar de sua vida, porém Deus tinha determinado algo diferente, e foi o plano de Deus o que se cumpriu. Deus declarou que aquele homem néscio morreria essa mesma noite, e assim aconteceu.

Nunca é correto dizer que as pessoas podem atuar em contra da vontade de Deus. Tão somente pense nas seguintes passagens da Bíblia: Jó 23:13 diz: "Mas, se ele resolveu alguma coisa, quem então o desviará? O que a sua alma quiser, isso fará." Provérbios 21:30 diz: "Não há sabedoria, nem inteligência, nem conselho contra o SENHOR." Isaias 14:27 ensina que aquilo que Deus tem determinado, não pode ser alterado por ninguém: "Porque o SENHOR dos Exércitos o determinou; quem o invalidará? E a sua mão está estendida; quem pois a fará voltar atrás?"

A Bíblia ensina claramente que as ações de cada pessoa, sejam boas ou más, são controladas pelo Deus soberano. Os homens podem pensar que eles são mais fortes que Deus, rebelando-se talvez contra Ele, porém Deus ri de sua debilidade e do néscio que resultam. Ele é tão poderoso que pode destruí-los no momento em que assim o deseje.

Terceiro, Deus controla também os anjos. Eles são mensageiros de Deus. Escutam o que Deus diz e fazem o que Ele lhes ordena. Ainda os anjos maus obedecem a Deus. Satanás mesmo está completamente sob o controle de Deus. Até que Deus lhe permitiu agir, Satanás foi incapaz de tocar em Jó. Em Mateus 4:11 lemos que Jesus disse a Satanás que fosse embora e este imediatamente o deixou. No fim do mundo, Satanás será lançado no lago de fogo que tem sido preparado para ele e seus anjos.

Deus reina. Ele controla tudo, as coisas inanimadas, os animais, as pessoas e os anjos, incluindo Satanás mesmo. Não pode suceder nada em todo o universo a menos que Deus tenha determinado que aconteça.

Aqueles que confiam num Deus tão grande têm paz em seus corações.

Confiar num Deus soberano dá um sentido de segurança que fortalece a fé. Não é a casualidade, nem o "azar", nem um homem, nem Satanás quem governam o mundo. É o Deus Todo Poderoso quem governa pela Sua boa vontade e para a Sua própria e eterna glória.

TEXTOS BÍBLICOS:

Salmo 135:5-6: "Porque eu conheço que o SENHOR é grande e que o nosso Senhor está acima de todos os deuses. Tudo o que o SENHOR quis, fez, nos céus e na terra, nos mares e em todos os abismos".

Apocalipse 4:11: "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas".
João 1:3: "Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez".

Salmo 115:3,15: " Mas o nosso Deus está nos céus; fez tudo o que lhe agradou. (...)Sois benditos do SENHOR, que fez os céus e a terra".

Hebreus 1:10: "E: Tu, Senhor, no princípio fundaste a terra, E os céus são obra de tuas mãos".

Romanos 11:36: "Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém".

A. W. PINK

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

“Fui eu que fiz isto”

OS DESAPONTAMENTOS DA VIDA
“Fui Eu que Fiz isto”
(1 Reis 12:24)

Os desapontamentos da vida são na realidade apenas determinações do meu amor. Tenho uma mensagem para ti hoje, meu filho. Vou segredá-la suavemente ao teu ouvido, a fim de que as nuvens anunciadoras da tempestade, quando aparecerem, sejam douradas de glória, e para que os espinhos, que porventura cerquem o teu caminho, sejam afastados. A mensagem é curta – uma simples frase, mas deixa que entre no fundo do teu coração e que seja para ti como almofada onde possas descansar a tua cabeça fatigada:

“FUI EU QUE FIZ ISSO”
* Você nunca imaginou que tudo o que te diz respeito, diz respeito a Mim Também? “Porque aquele que tocar em vós toca na menina do Meu olho” (Zc 2:8). Você é precioso para mim, e é por isso que me interesso especialmente pelo seu crescimento espiritual. Quando a tentação te assalta e o inimigo “vem como uma inundação”, quero que você saiba que “isto vem de mim”. Eu sou o Deus das circunstâncias. Você não foi colocado onde está por acaso, e sim porque este é o lugar que escolhi para você. Você não pediu para ser humilde? Saiba que o lugar onde você está é o único onde poderás aprender bem esta lição. É por intermédio de tudo quanto te rodeia e até dos que te cercam que a Minha vontade em você se cumprirá. Você tem dificuldades monetárias? Custa-te viver com o que tens? “Eu é que fiz isto”. Porque Eu possuo todas as coisas. Quero que recebas tudo, e que dependas inteiramente de Mim. As minhas riquezas são ilimitadas (Fl 4:19). Prova-me para que se não diga a teu respeito: “Contudo, não creu no Senhor seu Deus”.


* Você está passando pela noite escura da aflição? “Eu fiz isto”. Deixei-te sem qualquer auxílio humano para que ao voltares para Mim, encontres consolação eterna (2 Tess 2.16,17).

* Você está desiludido com algum amigo em quem você confiou? “Fui Eu que Fiz isto”. Permiti esse desapontamento para que você pudesse aprender que Eu, Jesus, sou o teu melhor Amigo. Eu te livro de cair, combato as tuas lutas. Anseio por ser o seu confidente.

* Alguém disse coisas falsas sobre você? Não fique preocupado; vem para mais perto de Mim, debaixo das minhas asas, longe de qualquer troca de palavras, porque “Eu farei sobressair a tua justiça como a luz e o teu juízo como o meio dia” (Salmo 37:6). Onde estão os teus planos? Você se sente esmagado e abatido? “Fui Eu que fiz isto”. Não foi você quem fez os seus planos, e depois Me pediu para abençoá-los? Eu quero fazer os teus planos. Eu quero assumir toda a responsabilidade, porque ela é pesada demais e você não poderia realizá-la sozinho (Êx 18:18).

* Você já desejou alguma vez fazer qualquer coisa de grande importância no teu trabalho por Mim? E, em vez disto foi posto de parte, talvez num leito de dor e sofrimento? “Fui Eu que fiz isto”. Não podia prender a tua atenção doutra forma, enquanto estavas tão ativo. Desejo ensinar-te algumas das Minhas lições mais profundas. Somente aqueles que aprenderam esperar pacientemente é que podem Me servir. Os Meus melhores trabalhadores são, às vezes, aqueles que estão fora do serviço ativo, pois assim eles podem aprender a manejar melhor a arma que se chama Oração.

* Foste chamado de repente a ocupar uma posição difícil, cheia de responsabilidade? Vai, conta Comigo! Dou-te esta posição, cheia de dificuldades, porque “O Senhor teu Deus, te abençoará em tudo quanto fizeres” (Dt 15:18).

* Ponho hoje nas tuas mãos o vaso de óleo santo. Tira tudo quanto quiseres meu filho, para que todas as circunstâncias que possam levantar-se diante dos teus pés, cada palavra que te magoe, qualquer coisa que prove a tua paciência, cada manifestação da tua fraqueza, sejam ungidas com este óleo santo. Não esqueça que, interrupções são instruções divinas. A dor que você sofrer será na medida em que você Me enxergar em todas as coisas. Portanto, aplica o teu coração a todas as palavras que hoje testifico entre vós, ”Porque elas são a vossa vida” (Dt 32:46,47).

Este manuscrito foi achado na Bíblia de John Nelson Darby, depois do seu falecimento.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Considere-se morto

Considere-se morto

Austin-Sparks

Nós não temos que morrer nós estamos mortos. O que temos que fazer é aceitar a nossa morte. No batismo, nós vamos lá e dizemos: "A posição que Deus estabeleceu para mim é a que estou aceitando agora, e eu testifico aqui, desta forma, que aceito a posição de Deus para mim, a saber, que na Cruz eu fui morto”.

Colossenses 3:3-7 (Phi): “Pois, o que diz respeito a este mundo, vocês já estão mortos e sua verdadeira vida está oculta em Deus, através de Cristo. Um dia, Cristo que é a Sua vida, Se revelará abertamente, e todos vocês compartilharão desta magnífica revelação. Considerem-se mortos aos contatos deste mundo: não se associe com imoralidade sexual, impureza mental, paixões descontroladas, desejos maus, e a cobiça das coisas dos outros, que é o mesmo que idolatria. É exatamente por causa destas coisas que a ira de Deus vem sobre aqueles que se recusam a obedecê-Lo. E nunca esqueçam que vocês faziam parte destas coisas terríveis quando viviam naquela velha vida”.

Romanos 6:11-14 (Phi): “Da mesma forma, vejam-se como mortos para o sedução e poder do pecado, mas vivos para Deus através de Cristo Jesus, nosso Senhor. Não permita, então, que o pecado estabeleça qualquer tipo de poder sobre o corpo mortal de vocês para que vocês não se deixem levar por suas concupiscências. E nem entreguem os membros de seu corpo como armas do mal, utilizadas para os propósitos do diabo, como outrora costumavam fazer. Mas, como homens resgatados da morte certa, coloquem-se nas mãos de Deus, como armas de bondade para Seus propósitos. Pois o pecado não pode nunca ser o mestre de vocês vocês não vivem mais sob a lei, mas sob a graça”.

Romanos 7:4-6 (Phi): “Portanto, meus irmãos, a morte de Cristo na cruz os fez ‘mortos’ aos requerimentos da Lei, e vocês estão livres para entregar-se Àquele que foi ressuscitado dentre os mortos [Cristo], para que sejamos frutíferos para Deus. Enquanto estávamos ‘na carne’, a Lei estimulou nossas paixões pecaminosas, que operaram na nossa natureza a ponto de nos tornarmos frutíferos para a morte! Mas agora que estamos livres da lei, os requerimentos que existiam foram dissolvidos pela nossa ‘morte’, e estamos livre para servir a Deus, não segundo a obediência à letra da lei, mas de um jeito novo, no Espírito”.

Romanos 8:12-13 (NEB): “Como conseqüência, meus amigos, nossa natureza degradável não tem mais poder sobre nós nós não somos mais obrigados a viver naquele nível. Se vocês assim o fizerem, terão que morrer. Mas se pelo Espírito vocês mortificarem todas as paixões do corpo, vocês viverão”.

João 12:24-25 (NVI): “Digo-lhes verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas se morrer, dará muito fruto. Aquele que ama a sua vida, a perderá ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo, a conservará para a vida eterna”.

Romanos 12:1-2 (Phi): “Com nossos olhos completamente abertos para as misericórdias de Deus, eu suplico a vocês, meus irmãos, para que num ato de adoração inteligente, vocês apresentem seus corpos como sacrifício vivo, consagrado a Deus e aceitável por Ele. Não deixe o mundo ao seu redor colocar vocês em um molde, mas deixem Deus refazer vocês, para que toda a sua atitude mental sejam mudada”.

A única maneira de encontrarmos o céu aberto é através da morte e de uma crise que nos leva ao fim da nossa própria vida. E a crise da identificação através da experiência com Cristo em Sua morte.

Romanos 6:2-4 (Phi): “Nós que morremos para o pecado, como podemos viver um momento sequer em pecado? Vocês esqueceram-se que todos nós que fomos batizados com Jesus Cristo, compartilhamos Sua morte através de Sua crucificação? Nós morremos e fomos sepultados com Ele no batismo, para que, assim como Ele foi levantado da morte pela esplêndida revelação do poder de Deus, assim também nós fomos ressuscitados para a vida em um nível totalmente novo”.

Gálatas 6:14 (RA): “Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu para o mundo”.

Deixe a sedução do pecado te atingir como se estivesse atingindo um cadáver.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Conhecimentos

Deus seja com cada um, espero que cada postagem criada seja para glória do nosso Deus! E para edificação dos Santos... Luiz

Os Nomes de Deus
OS NOMES DE DEUS ח׀לא - אלחים O Senhor Todo Poderoso Primeiro quero acrescentar que o nome é a própria personalidade, por assim dizer, pois é individual. Veja no “princípio” os indivíduos não costumava usar sobrenomes, podemos constatar isso na Bíblia, que é o nosso foco: Abraão, Jacó, Ruth; o que costumavam fazer era acrescentar algo que o fizesse lembrar. Hoje em dia ainda costumamos fazer assim; dizemos: “O Daniel da padaria, O Daniel da locadora, etc.” Jesus era conhecido como “Jesus de Nazaré”, aqui usaram o local de nascimento; Paulo, após sua conversão era conhecido como “Saulo de Tarso”; o primeiro homem criado por Deus, Adão significa “da terra ou tirado da terra vermelha”, isso indicava sua origem. Para falar de ou a respeito de Deus nós precisamos ter um certo cuidado sobre qual “Deus - deus” nós estamos realmente falando. Portanto iniciaremos com: NOMES GENÉRICOS DE DEUS Genérico, por si só já diz não ser peculiar ou específico da divindade. Genericamente podem ser usados pelo Deus verdadeiro como por falsos; feminino ou masculino. Vejamos biblicamente: Elohim - (plural אלחים) e Eloah - (singular ה׀לא) = Deus, implícito o poder criativo e a onipotência: É o primeiro nome que surge na Bíblia: “No princípio criou Deus (Elohim - אלחים) os céus e a terra” (Gênesis 1:1). Elohim אלחים aparece 2498 vezes e Eloah - ה׀לא aparece 57 vezes e desse total apenas 245 não se refere ao verdadeiro Deus de Israel. Esse substantivo vem do verbo hebraico “Aláh” - “Alá”, e significa “ser adorado, temido e reverenciado, ser excelente”. El (אל) = Deus, “aquele que vai adiante ou começa as coisas”: Nome apenas no singular e aparece 250 vezes. Extremamente conhecido pelos povos que falam a língua semita. Pode ser usado com “deus” para divindades falsas, mas também “Deus” para o verdadeiro Deus de Israel. Com pouca freqüência foi usado para significar “o poderoso”, mas apenas ara homens e anjos. Normalmente aparece sozinho, mas foi combinado formando termos compostos significando deidade, ofício, natureza ou atributos do Deus verdadeiro. El-Berit = Deus que faz pacto ou aliança (Gênesis 31:13, 35:1-3), El-Elyon (עליוןאל) = Deus que faz pacto ou aliança (Gênesis 31:13, 35:1-3), Elyon, adjetivo que deriva do verbo hebraico “Aláh” e usado para coisas significa: “subir, mais alto, mais elevado, superior e utilizado para se referir a Deus significa “o excelente, o alto, o Deus glorioso”. El-Ne‘eman = Deus de graça e misericórdia (Deuteronômio 7:9), El-Nosse = Deus de compaixão (Salmos 99:8), El-Olan (םאלעל) = Deus eterno, da eternidade (Gênesis 21:33), El-Qana = Deus zeloso (Êxodo 20:5; 34:14), El-Ro‘i = Deus da vista (Gênesis 16:13), El-Sale‘i = Deus é minha rocha, o meu refúgio (Salmos 42:9-10), NOMES ESPECÍFICOS DE DEUS Totalmente contrário aos genéricos, os nomes específicos de Deus, que são os utilizados na Bíblia para o único Deus verdadeiro e jamais serão utilizados para outras divindades. Shadday (שרי) - Todo-poderoso Tanto pode aparecer sozinho (שרי = todo-poderoso, (Gênesis 49:24) e, em (Jó) encontramos 31 vezes) como também utilizando (El - אל) e obtendo uma forma composta (El-Shadday - אל שרי = Deus Todo-poderoso; (Gênesis 17:7; 28:3; 35:11; 43:14; 48:3; Êxodo 6:3 e Ezequiel 10:5). Encontramos na Vulgata Latina sua tradução por omnipotens e na Septuaginta como Pantokrator. Adonay (חשם) - Senhor Passaram a utilizar Adonay (השם) em serviços religiosos e há’Shem (השם) para conversas informais, devido à lei explícita: “Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o seu nome em vão”. (Êxodo 20:7) e, “E aquele que blasfemar o nome do Senhor, certamente será morto; toda a congregação certamente o apedrejará. Tanto o estrangeiro como o natural, que blasfemar o nome do Senhor, será morto” (Levítico 24:16), nunca o tetragrama יהוה. YHWH - (יהוה) = Senhor Existem muitos textos, mensagens e estudos a respeito do verdadeiro nome de Deus, mas o meu intuito não é querer saber mais ou menos que muitos assim intentaram fazer. O que eu acredito é que em manuscritos antigos e versões próximas do original é que nos dá a indicação de como escrever o nome de Deus, mas quanto à pronúncia correta não há como sabermos exatamente como os judeus pronunciavam, e tornou-se, na verdade, impronunciável pelos hebreus desde o período intertestamentário, pois conforme ordem divina era proibido tomar o nome do Senhor (YHWH) em vão. Assim temiam e temem pronunciar o tetragrama e, em seu lugar, substituem-no por Adonai = Senhor ou “O Nome” ou “há’Shem - em conversas informais” em hebraico. O “Tetragrama Sagrado - יהוה escrito apenas por quatro consoantes: yod, he, vav, he (o alfabeto hebraico não possuía vogal): YHWH aparece 5321; e são dos textos mais antigos que se originaram os livros do Velho Testamento bíblico. Muitas Bíblias, assim como muitos cristãos - onde me incluo, ainda que raramente - se utilizam da pronúncia “JEHOVAH” (Jeová), para o tetragrama YHWH - יהוה. Não podemos dizer que o nome Jeová seja a forma incorreta ou correta de pronúncia, mas aceitável. Os mais letrados, entretanto, consideram uma forma mais acertada pronunciar “YAHWEH” (Iavé - Javé) ou então “YAHWO” (Iavô), mas acredito que se Deus não deixou de forma revelada tal tradução, então não há a necessidade de nos aprofundarmos nisso! NOMES COMPOSTOS DE DEUS Utilizados para revelar aspectos a mais do caráter de Deus; mais alguns adjetivos de Deus. YHWH Elohim - (יהוהאלהים) = Criador de todas as coisas. YHWH Jireh - (יהוהידח) = O Senhor proverá - Deus proverá Foi o que disse Abraão a Isaque sendo interrogado por ele quanto ao cordeiro para ser sacrificado. “Respondeu Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. E os dois iam caminhando juntos”. (Gênesis 22:8). Também foi o nome que deu Abraão após a providência do Senhor para aquele sacrifício, não tendo ele que sacrificar Isaque, seu filho: “Pelo que chamou Abraão àquele lugar Jeová-Jiré; donde se diz até o dia de hoje: No monte do Senhor se proverá”. (Gênesis 22:14). E tal como aconteceu com Abraão, também Deus proveu para nós, pecadores, um Cordeiro; Jesus! (João 1:29). YHWH Rafa - (יהוהדפה) = O Senhor que te sara. (Êxodo 15:26). YHWH Nissi - (יהוהנסי) = O Senhor é a Minha Bandeira. Moisés assim chamou o altar que edificou. (Êxodo 17:15). YHWH Shalom - (יהוהשלום) = O Senhor é Paz. Hoje pregamos ao mundo a Paz que é o Senhor; a Paz que só o Senhor pode trazer aos corações aflitos. Foi o nome dado por Gideão ao altar que edificou. (Juizes 6:24). YHWH Raah - (יהוהדעה) = O Senhor é o Meu Pastor. Acredito que não haja quem não conheça essa passagem nas Escrituras. Mas, para podermos clarear nossa mente vamos ao Salmo escrito por Davi “O Senhor é o meu pastor; nada me faltará”. (Salmos 23:1). E como é bom saber que o nosso Pastor é o Senhor; Quão bom é saber que à frente das nossas veredas segue o Senhor tirando os espinhos, e, melhor ainda; quão bom é saber que as veredas eternas prometidas pelo Senhor são maravilhosas. YHWH Tsidikenu - (יהוהצדקנו) = Senhor Justiça nossa. Jeremias profetizando a respeito de Judá disse: “Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este é o nome de que será chamado: O Senhor Justiça Nossa”. (Jeremias 23:6). YHWH Sabaoth (Sebhãôh) - (יהוהצכאח>) = O Senhor dos Exércitos. Todo exército tem um General; ele cuida, ele dá ordens, ele vai adiante dos seus soldados, e nós temos ao Senhor dos Exércitos que comando miríades de anjos celestiais que estão sempre ao redor e à disposição daqueles que O buscam. (Salmos 24:10). YHWH Shammah - (יהוהשמה) = O Senhor está ali. A divisão das tribos. “Dezoito mil côvados terá ao redor; e o nome da cidade desde aquele dia será Jeová-Samá”. (Êzequiel 48:35). NOMES DE DEUS NO NOVO TESTAMENTO A Septuaginta foi a primeira tradução Bíblica hebraica para o grego, isso porque havia uma clima de desacordo entre os Judeus e os gregos. Os Judeus sempre foram monoteístas, mas os gregos existiam vários deuses. O Panteão grego, que, etimologicamente, deriva de Pan (todo) e theos (deus), literalmente significando o templo dedicado a todos os deuses. Aristóteles, o filósofo, para demonstra a fragilidade da religião grega, afirmou: "O homem fez os deuses à sua semelhança e lhes deu seus costumes". É devido a Septuaginta que notamos a demonstração de zelo pela sua religião, e, é por meio dela que descobrimos os equivalentes gregos dos nomes usados para Deus no Antigo Testamento, como El, Elohim, Eluon e YAWH. Өєόζ (Theos) - Deus O nome mais comum utilizado no Novo Testamento é (Өєόζ - Theos). Assim como as palavras hebraicas el, elohim, eloah no Antigo Testamento, theos no Novo Testamento pode significar "Deus" ou "deuses". "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus (Өєόζ - Theos) , e o Verbo era Deus(Өєόζ - Theos)." (João 1:1). Қύριοζ (Kurios) - Senhor Podemos notar que no Novo Testamento a tradução na Septuaginta de ambas as palavras Adonai e do nome impronunciável YHWH foi pela palavra grega Қύριοζ (Kurios - Kuriov), "Senhor". Kurios/Adonai traz a idéia básica da soberania de Deus, da suprema posição do Criador, em todo o Universo que criou. E mais, tanto o Pai (Deus) como o Filho (Jesus) são chamados pelo termo grego Kurios. "E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: O reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos". (Apocalipse 11:15). "... e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, (Қύριοζ - Kurios) para glória de Deus Pai (πατήρ - pater)". (Filipenses 2:11). "Portanto vos quero fazer compreender que ninguém, falando pelo Espírito de Deus, diz: Jesus é anátema! e ninguém pode dizer: Jesus é o Senhor! (Қύριοζ - Kurios) senão pelo Espírito Santo". (I Coríntios 12:3). πατήρ (Pater) - Pai "Portanto, orai vós deste modo: Pai (πατήρ - pater) nosso que estás nos céus, santificado seja o teu nome". (Mateus 6:9). O Cristão fala de muitos privilégios, mas acredito que o maior deles seria chamar ao nosso grandioso Deus de Pai - "Pai Celestial". Sabe por que? Os judeus afirmam que Deus jamais teve um filho, portanto não reconhecem Cristo como o Unigênito de Deus. O islamismo rejeita a idéia de Deus ser Pai. A grande diferença entre as três grandes religiões monoteístas, que torna um privilégio único, é que somente nós os cristãos, ou seja, o cristianismo é que mantém um relacionamento de Pai para filho com seu Deus. "Mais algumas particularidades bíblicas: O nome Jesus vem do hebraico Yehoshua - "Josué", que significa "Iavé é salvação". Josué era chamado de Oshea ben Num que significa "Oséias, filho de Num", podemos comprovar pela Palavra de Deus "Da tribo de Efraim, Oséias, filho de Num". (Números 13:8). A Septuaginta (tradução grega do Velho Testamento) usou o nome Iesus para Yehoshua; Portanto Iesus é a forma grega do nome Yehoshua. Depois do cativeiro de Babilônia, o nome Yehoshua era conhecido por Yeshua. "E toda a congregação dos que voltaram do cativeiro fizeram cabanas, e habitaram nas cabanas, porque nunca fizeram assim os filhos de Israel, desde os dias de Josué, filho de Num, até àquele dia; e houve mui grande alegria". (Neemias 8:17). Josué era chamado Yeshua ben Num. Yeshua é o nome hebraico para Jesus, até os dias de hoje em Israel. Isso pode ser comprovado em qualquer exemplar do Novo Testamento hebraico. Todos sabemos que nome não se deve traduzir, mas sim transliterar conforme a natureza de cada língua. Por exemplo: Os nomes de “Eva”, “David” e outros que em nosso idioma levam a letra “v”. Em hebraico o “v” é substituído por “u”, aparecendo nos textos como “Eua” e “Dauid”. A letra beta “b”, na antigüidade, No grego moderno é “v”. Hoje se escreve “Dabid”, para “David”, e “Eba” para “Eva”. Ainda assim, existem nomes que permanecem inalteráveis em outras línguas, mas não em sua maioria. Por exemplo: O nome “João”, é “Yohanan” ou “Yehohanan” (decomposição “Yeh”, “Yo”, “Yaho”, contração de “Yahweh”, Javé (Deus) e “hanan” (compadecer-se), tendo o sentido de Deus teve misericórdia, Deus se compadeceu.) em hebraico; “Ioannes” em grego; “John” em Inglês; “Jean” em francês; “Giovani” em italiano, “Juan” em espanhol, “Johannes” em alemão, e assim por diante, isso ocorre com vários nomes. Há nomes que mudam substancialmente de um idioma para outro. Lázaro em grego é Eleazar em hebraico. Elizabete é a forma hebraica do nome Isabel. O argumento, portanto, de que o nome deve ser preservado na forma original, em todas as línguas, é contraditório não havendo assim muito apoio bíblico. Vejamos abaixo uma lista dos nomes de Deus: Aará Meu Pastor Adon Hakavod Rei da Glória Adonay (חשם) Senhor Attiq Yômin Antigo de Dias El (אל) Deus “aquele que vai adiante ou começa as coisas” El-Berit Deus que faz pacto ou aliança El Caná O Deus zeloso El Deot O Deus das Sabedorias El Elah Todo Poderoso El Elhôhê Israel Deus de Israel El-Elyon (עליון אל) Deus que faz pacto ou aliança El-Ne‘eman Deus de graça e misericórdia El-Nosse Deus de compaixão El-Olan (םאל על) Deus eterno, da eternidade El-Qana Deus zeloso El Raí O Deus que tudo vê El-Ro‘i Deus que vê (da vista) El-Sale‘i Deus é minha rocha, o meu refúgio El-Shadday (שרי על) Deus Todo Poderoso Eliom Altíssimo Elohim - (plural) (אלחים) Deus; Criador "implícito o poder criativo e a onipotência" Eloah - (singular) (ה׀לא) Deus; Criador "implícito o poder criativo e a onipotência" Gibbor Poderoso há’Shem - (השם) Senhor Jehoshua Javé é a Salvação Kadosh Santo Kadosh Israel Santo de Israel Malah Brit O Anjo da Aliança Maor Criador da Luz Margen Protetor Nikadiskim Que nos santifica Palet Libertador Robeca Que te sara Salvaon Senhor Todo Poderoso Shadday (שרי) Todo Poderoso Shaphatar Juiz Yahweh Javé; Deus Yaveh (Yahweh) El Elion Norah O Senhor Deus Altíssimo é Tremendo Yaveh (Yahweh) Tiçavaot Senhor das Hostes Celestiais Yeshua Jesus... veja também [Jesus um Nome sobre todo o Nome ] YHWH - (יהוה) Tetragrama; Um nome difícil, quase impronunciável, de Deus; sempre é traduzido por Senhor. Yehoshua (Iesus) Javé (Iavé) é a Salvação YHWH (Jeová) Eloheka O Senhor teu Deus YHWH (Jeová) Elohim - (יהוה אלהים) Senhor (criador) de todas as coisas YHWH (Jeová) Hosseu O Senhor que nos criou YHWH (Jeová) Jaser O Senhor é Reto YHWH (Jeová) Jireh - (יהוה ידח) O Senhor proverá - Deus proverá YHWH (Jeová) Nissi - (יהוה נסי) O Senhor é a Minha Bandeira YHWH (Jeová) Raah - (יהוה דעה) O Senhor é o Meu Pastor YHWH (Jeová) Rafa - (יהוה דפה) O Senhor que te sara YHWH (Jeová) Sabaoth - (Sebhãôh) - (יהוה צכאח) Senhor dos Exércitos YHWH (Jeová) Shalom - (יהוה שלום) O Senhor é Paz YHWH (Jeová) Shammah - (יהוה שמה) O Senhor está presente; O Senhor está ali YHWH (Jeová) Tsidikenu - (יהוה צדקנו) Senhor Justiça nossa; O Senhor é a nossa Justiça Yohanan (Yehohanan) João - no sentido de Deus se compadeceu, Deus teve misericórdia Toda Glória, Honra e Louvor seja dado a Deus “חשם” e ao [Nosso Senhor Jesus Cristo].

Suméria

A Suméria (ou Shumeria, ou Shinar; na bíblia, Sinar; egípcio Sangar; ki-en-gir na língua nativa), geralmente considerada a civilização mais antiga da humanidade, localizava-se na parte sul da Mesopotâmia (apesar disto os proto-sumérios surgiram no Norte da Mesopotamia, no atual Curdistão, tal como não eram originalmente semitas, mas sim invadidos por eles via sul proto-árabe)), apropriadamente posicionada em terrenos conhecidos por sua fertilidade, entre os rios Tigre e Eufrates. Evidências arqueológicas datam o início da civilização suméria em meados do quarto milénio a.C. Entre 3500 e 3000 a.C. houve um florescimento cultural, e a Suméria exerceu influência sobre as áreas circunvizinhas, culminando na dinastia de Ágade, fundada em aproximadamente 2340 a.C. por Sargão I, sendo que este, ao que tudo indica, seria de etnia e língua semitas, porém na época em que os semitas originais ainda detinham a pureza racial. Depois de 2000 a.C. a Suméria entrou em declínio, sendo absorvida pela Babilônia e pela Assíria.

Duas importantes criações atribuídas aos sumérios são a escrita cuneiforme, que provavelmente antecede todas as outras formas de escrita, tendo sido originalmente usada por volta de 3500 a.C.; e as cidades-estado - a mais conhecida delas sendo, provavelmente, a cidade de Ur, construída por Ur-Nammu, o fundador da terceira dinastia Ur, por volta de 2000 a.C.

Origem do Termo "Suméria"



O termo "sumério" é na verdade um exônimo aplicado (e, provavelmente, cunhado) pelos acádios. Os sumérios autodescreveram-se como sag-gi-ga (o povo de cabeças negras) e chamaram sua terra Ki-en-gi, o lugar dos senhores civilizados. A palavra acadiana Shumer possivelmente representa esse nome num dialeto diferente. A respeito dos sumérios, donos de língua, cultura (e, provavelmente, aparência) diferentes da dos seus vizinhos semíticos e sucessores, acredita-se que foram invasores ou migrantes, apesar de que seja difícil determinar exatamente quando esses eventos ocorreram ou mesmo suas origens geográficas. Alguns arqueólogos afirmam que os sumérios procediam, de fato, das planícies mesopotâmicas. Outros sugerem que o termo 'suméria' deveria se restringir à língua sumeriana, baseando-se no fato de que não havia grupos étnicos 'sumérios' avulsos. O próprio termo 'sumério' é geralmente usado para se referir a uma língua isolada no campo da Lingüística, já que ela não pertence a nenhuma família lingüística conhecida - ao contrário do acádio, por exemplo, que pertence ao hamito-semítico, ou às chamadas línguas afro-asiáticas.



Os sumerianos

Os sumerianos estabeleceram-se ao norte do golfo Pérsico, na embocadura do Tigre e do Eufrates, há 4000 anos. Acredita-se que pertencessem a uma raça vizinha da dos egípcios.

Por volta de 3200 a.C., já tinham uma escrita feita de desenhos ou pictogramas. Mais primitiva que a dos egípcios, esta escrita era traçada com uma ponta, em tábuas de argila que eram cozidas no forno. Mais tarde, os pictogramas foram substituídos por sinais que representavam não mais objetos, mas sons e sílabas. Como se assemelhavam a cunhas, esta escrita foi chamada cuneiforme.

As cidades sumerianas, das quais a principal tinha o nome de Ur, eram construídas sobre vastos terraços artificiais. Cada uma tinha, por chefe, um rei ou governador. Quando morria um deles, enterravam junto suas jóias, sua viúva e seus servidores. Os Sumerianos criaram uma arte vigorosa e realista. Usavam roupas tecidas, possuíam exército regular e utilizavam carros com rodas.

Religião

Tratar dum assunto tal como a "Religião Suméria" pode ser complicado, uma vez que as práticas e crenças adotadas por aquele povo variaram largamente através do tempo e distância, cada cidade possuindo sua própria visão mitológica e/ou teológica.

Entre as principais figuras mitológicas adoradas pelos sumérios, é possível citar An, deus do céu; Nammu, a deusa-mãe; Inanna, a deusa do amor e da guerra (equivalente à deusa Ishtar dos acádios); e Enlil, o deus do vento. Cada um dos deuses sumérios (em sua própria língua, dingir - no plural, dingir-dingir ou dingir-a-ne-ne) era associado a cidades diferentes, e a importância religiosa a eles atribuída intensificava-se ou esmorecia dependendo do poder político da cidade associada.

escreveu Cronologia: Designa-se por cronologia (do grego chronos, tempo + logos, tratado, estudo) a descrição ou registo de eventos organizados em função do tempo, numa seqüência ordenada de ocorrências. Durante muitos anos, o tempo do historiador foi reduzido à cronologia, ou seja, o fundamental era datar os tempos em dias, meses, anos décadas e séculos, estabelecendo uma noção de tempo puramente cronológica.

Nota: Na seqüência abaixo, todos os anos são a.C..

• 5000 - Desenvolvimento primitivo da Suméria

• 4000 - Desenvolvimento da alta civilização

• 3500 - Sumérios estabelecem-se na Mesopotâmia. Construção do templo em Tell Uqair, que durou de 3500 a 1900 a.C.

• 3300 - Escrita suméria em tábuas de argila (escrita pictórica ou pictorial)

• 3250 - A escrita suméria evolui para a cuneiforme; a roda é usada na Mesopotâmia

• 3000 - Rivalidades políticas e militares. Construção do Templo Branco em Uruk (de pé até 2750 a.C.)

• 2750 - O lendário Gilgamesh reina sobre Uruk; Enmebaragesi & Agga reinam sobre Kish

• 2600 - A rainha Shudu-ad é enterrada nos Túmulo Reais de Ur

• 2550 - Mesalim reina sobre Kish

• 2500 - Rei de Ur, primeiro rei a possuir registros escritos na Suméria; Lugalannemudu de Abab unifica cidades-estados

• 2475 - Ur-Nanshe reina sobre Lagash, Meskalamdug reina sobre Ur. Conflitos militares entre Lagash & Umma perduram por um longo tempo

• 2375 - Lugalzaggisi (ou Lugalzagesi) de Umma unifica a Suméria por um curto período de tempo

• 2350 a 2340 - Sargão, o Acádio derrota Umma e Lugalzaggisi, conquistando a Suméria e a Acádia, criando um império de superioridade política e econômica

• 2250 - Revivificação de cidades-estados; inventa-se o arco-composto, cujas flechas são capazes de penetrar armaduras de couro e possuem o dobro do alcance concedido por arcos comuns.

• 2230 - Invasão gútia quebra a unidade acádio-sumeriana.

• 2217 - Shar-kali-sharri, rei da Acádia, perde o Elam, invade Gútio e é assassinado

• 2200 - A Acádia entra em colapso devido às invasões do norte. Data-se daqui o mais antigo documento do Egito escrito em papiro

• 2175 - Gudea reina sobre Lagash

• 2148 - La'arab, rei de Gútio, conquista a Acádia vindo do leste e invade a Suméria

• 2133 - Utu-hegal reina em Uruk

• 2120 - Utu-hegal, rei de Uruk, expulsa os Gútios; Abraão deixa a cidade de Ur (há discordâncias. Conf. 2000)

• 2112 - Nova unificação da Suméria e Acádia, desta vez por Ur-Nammu de Ur. O novo governante deixa textos legais à posteridade, conhecidos por As Leis de Ur-Nammu

• 2100 - Construção do zigurate em Ur

• 2047 - No Egito, Mentuhotep II completa a reunificação, dando início ao Reino, ou Império, Médio

• 2030 - Nova quebra da unidade acádio-sumeriana, desta vez pelos elamitas

• 2020 - Ishbi-Erra, governante amorita de Isin, tenta unificar novamente o território

• 2000 - Os indo-europeus deixam a área do Mar Negro em direção ao Oriente Médio numa das maiores correntes migratórias da história da humanidade. Desenvolvimento da civilização minóica em Creta, na Grécia. Os cítios vêm da Ásia Central e invadem a Ásia Ocidental a cavalo. Amoritas nômades invadem a Mesopotâmia pelo norte e oeste e estabelecem-se num vilarejo chamado Babilônia. A população mundial gira em torno de 27 milhões. Os hititas migram do vale do Danúbio para a península da Anatólia. O Egito conquista a Baixa Núbia. Diz-se que Abraão deixa a cidade de Ur e marcha à Palestina (alguns datam o acontecimento em 2120). Período patriarcal de Israel. A civilização de Harappa na Índia desfalece. Desenvolvimento dos primeiros centros de cerimônia no Peru. Era Micênica na Grécia. Marduk é adorado como o deus capital da Babilônia. Creta começa a usar navios com quilhas e costeletas. Foi nessa época também, que ocorreu o pior El Niño da história, tão poderoso que conseguiu afetar algo que rarissimamente chega a essas regiões matando milhares dos habitantes dessa região.[carece de fontes?]

• 1934 - Leis de Lipit-Ishtar

• 1900 - Leis de Eshnuna da Babilônia; Antigo Período Assírio; Império Babilônico

• 1860 - Desenvolvimento do alfabeto semítico primitivo

• 1850 - Armas de cobre são endurecidas com o uso de martelos

• 1800 - Os hititas expulsam os assírios da Anatólia; migração ariana da parte sul da Rússia em direção ao Oriente Próximo

• 1795 - Rim-Sin de Larsa derrota Isin, obtendo controle sobre a Suméria e a Acádia

• 1792 - Hamurabi sobe ao trono da Babilônia

• 1770 - É feito o Código de Hamurabi, um dos mais antigos conjuntos de leis da humanidade

• 1760 - Hamurabi derrota Larsa, obtendo controle sobre toda a Suméria e a Acádia

• 1720 - Invasores hicsos expulsam habitantes egípcios do Baixo Egito; mudança no rio Eufrates, e conseqüente colapso da vida em Nippur, além de outras cidades sumérias

• 1700 - José lidera o povo hebreu Egito adentro; popularização da arte minoana em Creta. Mais tarde, os palácios de Cnossos e Faistos são destruídos pelo fogo. Os gregos usam armaduras de bronze, espadas

OS PERGAMINHOS DO MAR MORTO

Os Pergaminhos do Mar Morto, ou manuscritos do Mar Morto são uma colecção de cerca de 850 documentos (em pergaminho), incluindo textos da Bíblia Hebraica (Antigo Testamento), que foram descobertos entre 1947 e 1956 em 11 cavernas próximo de Qumran, uma fortaleza a noroeste do Mar Morto, em Israel (em tempos históricos uma parte da Judéia). Eles foram escritos em Hebraico, Aramaico e grego, entre o século II a.C. e o primeiro século depois de Cristo. Foram encontrados mais de oitocentos textos, representando vários pontos de vista, incluindo as crenças dos Essénios e outras seitas.

Os textos são importantes por serem praticamente os únicos documentos bíblicos judaicos hoje existentes relativos a este período e porque eles podem explicar muito sobre o contexto político e religioso nos tempos do nascimento do Cristianismo. Os pergaminhos contêm pelo menos um fragmento de todos os livros do das escrituras hebraicas, exceto o livro de Ester. Além de fragmentos bíblicos, contêm regras da comunidade, escritos apócrifos, filactérios, calendários e outros documentos.

Antes da descoberta dos Rolos do Mar Morto, os manuscritos mais antigos das Escrituras Hebraicas datavam da época do nono e do décimo século da era cristã. Havia muitas duvidas se se podía mesmo confiar nesses manuscritos como cópias fiéis de manuscritos mais antigos, visto que a escrita das Escrituras Hebraicas fora completada bem mais de mil anos antes.

Mas o Professor Julio Trebolle Barrera, membro da equipe internacional de editores dos Rolos do Mar Morto, declarou: “O Rolo de Isaías [de Qumran] fornece prova irrefutável de que a transmissão do texto bíblico, durante um período de mais de mil anos pelas mãos de copistas judeus, foi extremamente fiel e cuidadosa.”

O rolo mencionado por Barrera contém o inteiro livro de Isaías. Diferentemente do Rolo de Isaías, a maioria deles é representada apenas por fragmentos, com menos de um décimo de qualquer dos livros. Os livros bíblicos mais populares em Qumran eram os Salmos (36 exemplares), Deuteronômio (29 exemplares) e Isaías (21 exemplares). Estes são também os livros mais freqüentemente citados nas Escrituras Gregas Cristãs.

Embora os rolos demonstrem que a Bíblia não sofreu mudanças fundamentais, eles também revelam, até certo ponto, que havia versões diferentes dos textos bíblicos hebraicos usadas pelos judeus no período do Segundo Templo, cada uma com as suas próprias variações. Nem todos os rolos são idênticos ao texto massorético na grafia e na fraseologia. Alguns se aproximam mais da Septuaginta grega.

Anteriormente, os eruditos achavam que as diferenças na Septuaginta talvez resultassem de erros ou mesmo de invenções deliberadas do tradutor. Agora, os rolos revelam que muitas das diferenças realmente se deviam a variações no texto hebraico. Isto talvez explique alguns dos casos em que os primeiros cristãos citavam textos das Escrituras Hebraicas usando fraseologia diferente do texto massorético. — Êxodo 1:5; Atos 7:14. Assim, este tesouro de rolos e fragmentos bíblicos fornece uma excelente base para o estudo da transmissão do texto bíblico hebraico. Os Rolos do Mar Morto confirmaram o valor tanto da Septuaginta como do Pentateuco samaritano para a comparação textual.

Os pergaminhos Fornecem uma fonte adicional para os tradutores da Bíblia considerarem possíveis emendas ao texto massorético. Por exemplo, em vários casos, eles confirmam decisões feitas pela Comissão da Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, para restaurar o Nome de Deus nos lugares onde havia sido removido do texto massorético.

Arqueolgia

A arqueologia (do grego, « archaios », antigo, e « logos », discurso depois estudo, ciência) é a disciplina científica que estuda as culturas e os modos de vida do passado pela análise dos vestígios materiais. É uma ciência social, isto é, que estuda as sociedades, podendo ser tanto as que ainda existem, quanto as já extintas, através de seus restos materiais, sejam estes móveis (como por exemplo um objeto de arte, as vénus) ou objetos imóveis (como é o caso das estruturas arquitectónicas). Incluem-se também no seu campo de estudos as intervenções feitas pelo Homem no meio ambiente.

A maioria dos primeiros arqueólogos, que aplicaram sua disciplina aos estudos das antiguidades, definiram a arqueologia como o estudo sistemático dos restos materiais da vida humana já desaparecida. Outros arqueólogos enfatizaram aspectos psicológico-comportamentais e definiram a arqueologia como a reconstrução da vida dos povos antigos.

Em alguns países a arqueologia é considerada como uma disciplina pertencente à antropologia; enquanto esta se centra no estudo das culturas humanas, a arqueologia dedica-se ao estudo das manifestações materiais destas.

Deste modo, enquanto as antigas gerações de arqueólogos estudavam um antigo instrumento de cerâmica como um elemento cronológico que ajudaria a pôr-lhe uma data à cultura que era objeto de estudo, ou simplesmente como um objeto com um verdadeiro valor estético, os antropólogos veriam o mesmo objecto como um instrumento que lhes serviria para compreender o pensamento, os valores e a própria sociedade a que pertenceram.

A investigação arqueológica relaciona-se fundamentalmente à pré-história e às civilizações da antiguidade; no entanto, ao longo do último século, a metodologia arqueológica aplicou-se a etapas mais recentes, como a Idade Média ou o período industrial. Na atualidade, os arqueólogos dedicam-se cada vez mais a fases tardias da evolução humana, como a arqueologia industrial.

A investigação arqueológica necessita do auxílio de vários outros ramos cientificos (ciências naturais e sociais), assim como é importantíssimo adquirir o conhecimento empírico da população que nos envolve no dia-a-dia, pois a fonte oral é quase sempre o ponto de iniciativa para o desenvolvimento de algum estudo. Costuma-se dizer que cada "velhinho" que morre é uma biblioteca que arde, pois é informação que se perde.

A investigação não é só a recolha de artefatos durante uma escavação ou somente a pesquisa bibliográfica, o contacto humano é muito importante.

Uma investigação arqueológica começa sempre pela prospecção!



Arqueologia bíblica

A arqueologia bíblica é uma ciência social que faz parte da arqueologia especializada em estudos dos restos materiais relacionados direta ou indiretamente com os relatos bíblicos e com a história das religiões judaico-cristãs. A região mais estudada pela arqueologia bíblica, na perspectiva ocidental, é a denominada Terra Santa, localizada no Médio Oriente.

Os principais elementos desta ciência arqueológica são, em sua maioria, referências teológicas e religiosas, sendo considerada uma ciência em toda a sua dimensão metodológica. Assim como se dá com os registros históricos de outras civilizações, os manuscritos descobertos devem ser comparados com outras sociedades contemporâneas da Europa, Mesopotâmia e África.

As técnicas científicas empregadas são as mesmas da arqueologia em geral, com escavações e datação radiométrica, entre outras. Em contraste, a arqueologia do antigo Médio Oriente é mais ampla e generalizada, tratando simplesmente do Antigo Oriente sem tentar estabelecer uma relação específica entre as descobertas e a Bíblia.

Não Mesmo

Não Mesmo

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No livro de Apocalipse as sete igrejas são representadas por meio de sete candeeiros de ouro (Ap. 1:20). Um candeeiro, por sua vez, não é um objeto com um fim em si mesmo. O propósito de um candeeiro é sustentar a luz de modo que todos possam vê-la. Da mesma forma, a Igreja não existe para si própria, ela não é um fim em si mesma, mas é um meio para que um objetivo seja alcançado. O objetivo da Igreja é sustentar o testemunho de Jesus de modo que todos possam vê-lo, de modo que todos possam ver a luz. E se a Igreja falhar em expressar, manifestar a luz do testemunho de Jesus, então ela terá falhado em sua missão. A Igreja não tem como objetivo final atrair as pessoas para si mesma, a Igreja tem como objetivo conduzir as pessoas a Cristo. Stephen Kaung, no livro “Vendo Cristo no Novo Testamento”, vol. 6, ALC Postado por IGREJA REUNIDA EM SANTO ESTÊVÃO - BA

Diversas dúvidas sobre Deus

1) Como posso saber que há um Deus? ( João 1.14, 18; 14.9-14; 20.29-31; Romanos 1.20; Isaías 43.9-10) 2) Como posso saber que a Bíblia é verdadeira? (João 5.39-40; 7.17; Atos 17.11-12). 3) Como posso compreender a Bíblia? (1 Coríntios 2.9-14; João 16.13; Lucas 11.13.) 4) Se o homem faz o melhor que pode, isto não basta para Deus? (João 3.5-6, 36; Romanos 3.19-20; Gálatas; 3.10) 5) Se um homem honestamente pensa que está no caminho certo, será condenado? (Provérbios 14.12; Romanos 3.3-4; Atos 17.30) 6) Não é possível ser Cristão sem crer que Jesus é o Filho de Deus? (1 João 5.9-13, 20; João 20.28-31; Mateus 16.13-18.) 7) Por que era necessário Cristo morrer para salvar o homem? (Romanos 8.3; Gálatas-3.10; Romanos 5.12, 19). 8) Qual é a primeira coisa a fazer para se tornar Cristão? (Mateus 11.28; João 6.29, 37; Atos 16.31). 9) Que mais? (Mateus 10.32; Romanos 10.9-10; Hebreus 13.15-16). 10) Preciso reconhecer que sou pecador antes de vir a Cristo? Como posso fazer isto? (Romanos 7.13; João 16.8-9; Atos 2.36-37) 11) Preciso me arrepender? 0 que é arrependimento? Como posso me arrepender? (Lucas 24.46-47; Atos 5.30-31; 20.21; Lucas; 15.17-18.) 12) Como posso vir a Cristo? (Isaías 55.7; 1 João 1.1-3; Romanos 10.8-17; Marcos 10.49-50.) 13) 0 que significa "Aceitar a Cristo"? (João 1. 11- 12; Romanos 6.23; João 4. 10; Efésios 2.8.) 14) Como posso ter fé? (Efésios 1.12-13; Lucas 16.29-31; João 5.39, 46-47; João 4.50) 15) Como posso saber que os meus pecados são perdoados? (Marcos 2.5; Lucas 7.48-50; Atos 13.38-39; 1 João 1.9) 16) Como posso saber que amo a Deus? (I João 4.10,19; Romanos 5.5-8; Efésios 2.4-8) 17) Por que o Senhor não se apresenta a mim e fala comigo, como falou com Paulo? ( I Timóteo 1.16; João 17.20; 20.29; 1 Pedro 1.8; João 14.16-18). 18) Como posso saber que o Espírito de Deus veio a mim? (João 16.8; 1 Coríntios 12.3; Gálatas 5.2, 23; 1 João 3.14). 19) Por que membros da Igreja erram? (Filipenses 3.18-19; 1 Timóteo 4.1-2; 11 Timóteo 3.1-5; Gálatas 5.17, 6:1.) 20) Por que há diferentes denominações? (1 Coríntios 3.1-5; 1 Coríntios 12.12-14; 1 Coríntios 11 - 19; 11 Pedro 2.1-2; Efésios 1.17-23). 21) Preciso fazer profissão de fé para ser Cristão? (Mateus 28.18-20; Atos 2.38-42, 47; Hebreus 10.25.) 22) Como posso vencer o mundo? (Colossenses 3.1-6; 1 João 5.3-4; Gálatas 1.4). 23) Por que os Cristãos sofrem tanto no mundo? (I Coríntios 11.32; Salmos 94.12-13; Hebreus 12.6-11; 1 Pedro 4.12-19.) 24) Como posso ser liberto do poder dos pecados que tenho praticado? (Romanos 13.14; Efésios 6.10-18; 1 Pedro 5.6-10). 25) Se pecar, após me tornar Cristão, Deus me perdoará? (Romanos 3.28-30; Hebreus 10.28-29; Atos 8.18-23; 1 João 13-10). 26) 0 que é pecado contra o Espírito Santo? (Marcos 3.28-30; Hebreus 10.28-29; Atos 8.18-23.) 27) Qual é a relação entre o Cristão e este mundo? (I João 2.15-17; João 17.14-19; 1 Pedro 4.2-5). 28) Tenho que perdoar os meus inimigos, ao me tornar cristão? (Mateus 5.23-24; 6.12-15; Efésios 4.31-32). 29) Como posso saber que sou escolhido por Deus? (João 3.16; 6.37; 10.9; Apocalipse 22.17). 30) Tenho de fazer restituição? (Marcos 12.31; Romanos 12.17; Lucas 19.8). 31) Não devo esperar até que compreenda melhor a Bíblia, antes de me tornar Cristão? (Atos 8.12, 35-37; 16.30-33; 1 Coríntios 2.1-5). 32) Não devo ser pessoa melhor antes de me tornar Cristão? (Mateus 9.12-13; 17.15-18; Romanos 7.23-25.) 33) Quando eu oro, a oração não parece real para mim. Como posso resolver isso? (Lucas 11.14; João 1.18; 17.6, 25-26.) 34) Você tem certeza que tão grande pecador como eu pode ser salvo? (Isaías 55.6-9; 43.24-26; 1 Timóteo 1.15-16.) 35) Deveria começar confessando que quero ser Cristão, enquanto não sinto Deus falando comigo? (Mateus 12.10-13; Ezequiel 36.26-27; Efésios 2.4-6). 36) Qual é o maior pecado? (1 João 5.10; João 5.38; Números 23.19.) 37) Se eu me tornar Cristão, o que devo procurar mais ardentemente? (João 14.16-18; João 20.22; Atos 1.8; Efésios 5.17-21.) 38) Como posso ter certeza de que vencerei? (Isaías 41.10; 1 Coríntios 10.13; II Coríntios 9.8; 12.9; João 10.27-29). 39) Qual vai ser a minha maior dificuldade na vida Cristã? (Filipenses 2.3-5; Romanos 12.3, 16; João 13.12-17). 40) Não sinto muito desejo de me tornar Cristão agora. Não posso esperar até alguma outra oportunidade? (Coríntios 6.2; Hebreus 3.7-8; 4.7; Tiago 4.13-17.)

O Evangelho de Deus

Rede Record apoia o Aborto

http://www.youtube.com/watch?v=pSWMLtTzbnA É vergonhoso para qualquer cristão ver uma emissora de tv, controlada por evangélicos, fazer defesa de ato tão cruel e vil. Percebe-se que, de fato, a deficiência teológica influencia a ética e a moral. Se os líderes desta emissora/igreja atentassem para o que diz a Palavra perceberiam os graves erros que cometem e incitam outros a cometer. Alisto-os abaixo: 1. Em primeiro lugar, o corpo que usamos não é nosso, como afirma a atriz do vídeo. Paulo, escrevendo aos Corintios, disse: "Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?" (1Co 6.19) e, na seqüência, "Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo." (1Co 6.20). Somos apenas mordomos. Vamos prestar contas do que fizemos com o corpo. 2. A imagem de Deus está impressa em cada ser humano, por isso, ninguém tem o direito de tirar a própria vida ou a de outrem. A Bíblia diz: "Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem." (Gn 9.6). A razão da proibição do homicídio e, por implicação, do suicídio, está no fato de que 'Deus fez o homem segundo a sua imagem', isto é, ao assassinar alguém, ou a si próprio, estamos eliminando algo que não é nosso, mas de Deus. 3. Uma mulher pode até reclamar o direito de retirar um rim, ou um apêndice, mas não tem o direito de assassinar uma vida que está em formação dentro de si. A mulher pode dizer, equivocadamente, que tem direito sobre o seu corpo, mas o feto é outro corpo, é outra vida. O art. 2º do Código Civil Brasileiro reconhece que a vida começa na concepção: "Art. 2º A personalidade civil da pessoa começa do nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro." Portanto, o aborto é, além de crime, um pecado gravíssimo aos olhos de Deus. Ninguém tem o direito de assassinar violentamente um ser que não tem qualquer condição de defesa. Deus punirá severamente os que praticam esta classe de assassinato. Quanto à emissora/igreja, não é de hoje a posição abortista de seu líder Edir Macedo. Em outubro de 2007 nós reproduzimos um artigo de Solano Portela sobre o assunto. Para lê-lo, clique aqui. Termino com as palavras de Isaías, em uma época em que o povo estava andando bem longe dos caminhos de Deus: "Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos e prudentes em seu próprio conceito!" (Is 5.20,21). Falando em luz e trevas, a cor predominante do vídeo, um laranja que lembra fogo e a pouca iluminação, levou minha mente a, automaticamente, pensar no local para onde vão os assassinos. Postado por Rev. Ageu Magalhães

Deus não existe

Um homem caiu em um buraco

http://www.youtube.com/watch?v=RY-g-sH7q2g

Evangelizar

Exploração Não

Exploração Não

Você reclama de sua vida!

http://www.youtube.com/watch?v=v7S06iN5P34

Livro - A Cruz e o Punhal

Charles Haddon Spurgeon - Sermoes Devocionais

Sinopse

Muita ação e suspense em um filme clássico que continua tocando os corações. A Cruz e o Punhal é a história verídica de David Wilkerson entrando no mundo desesperado de Nick Cruz e das gangues de Nova York. Os Mau Mau e os Bishops são gangues que lutam com correntes, facas e pistolas para proteger seu território de vício e violência. Será que essas gangues que controlam a cidade ouvirão este pregador de fora que invade seus territórios e suas vidas para falar do amor e da paz de Deus?

Bozo

http://www.youtube.com/watch?v=yP6B-MZrMSo

Compromisso Precioso e muito mais...

O compromisso de uma fé desafiada pelo impossível e testada pelo irresistível, afeta toda a família. A história comovente do amor entre John e Ellen Brighton. Unidos eles enfrentam uma terrível e impiedosa doença, o Mal de Alzheimer, que, ou confirmará seu amor, ou destruirá seu casamento e sua família. Problemas na carreira profissional, nos relacionamentos familiares, uma confusão que só o poder de um amor real pode superar. Phil Brighton, o irmão e sócio de John, vive livre demais para entender porque John ainda mantém sua fé e seu casamento diante de circunstâncias tão terríveis. Mas a luta de seu irmão faz com que ele encontre uma nova esperança. http://www.youtube.com/watch?v=M9tNVXkOCxY

Evangelizacao Pessoal

http://www.evangelizacaopessoal.com

Icthusfilmens

http://www.youtube.com/watch?v=aiIpWtVQRGI http://www.youtube.com/watch?v=o3fqwpCUo30

Autoridade Espiritual